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Joo Batista a Reencarnao de Elias


Em verdade vos digo que,

entre os nascidos de mulher,

no surgiu nenhum maior

do que Joo, o Batista (Mateus 11, verso 11).

E, se quiserdes dar crdito,

ele o Elias

que deve vir (Mateus 11, verso 14).

No foi sempre que os homens nasceram de mulher. Inicialmente Ado foi criado andrgino (Gnesis 2, verso 7), at que IHVH Elohim (erroneamente traduzido por Senhor Deus; IHVH o nome deste Elohim, por isto s podia ser pronunciado por aquele que recebia a revelao da pronncia correta) retirou dele sua parte feminina, que se encontrava prxima s costelas, criando assim a mulher (Gnesis 2, versos 21-22). Somente a partir da os homens passaram a nascer de mulher, pois foram divididos em macho e fmea. Estvamos ento no incio da Terceira Raa, a Lemuriana (hoje estamos na Quinta Raa).

Dos nascidos de mulher, ou seja, dos que se reencarnaram aps a diviso em sexos, Joo Batista o maior, o mais alto Iniciado, ainda que no seja um Mestre ou Rosacruz (Mateus 11, verso 11).

Em seguida, o Cristo afirma que Elias reencarnou como Joo Batista, ao declarar que ele o Elias que deve vir (Mateus 11, verso 14).

Um pouco mais frente, no Captulo 17 de Mateus, logo aps a transfigurao, os discpulos perguntam ao Cristo sobre a profecia que afirma que Elias devia vir primeiro, obtendo a seguinte resposta.

Os discpulos perguntaram-lhe: Por que razo os escribas, dizem que preciso que Elias venha primeiro? (Mateus 17, verso 10).

Eu vos digo, porm, que Elias j veio, mas no o reconheceram. Ao contrrio, fizeram com ele tudo quanto quiseram (Mateus 17, verso 12).

Ento os discpulos entenderam que se referia a Joo Batista (Mateus 17, verso 13).

Poderamos nos alongar apoiando-nos na bibliografia citada, entretanto, face clareza do texto bblico, optamos por no faz-lo.



BIBLIOGRAFIA.

BBLIA DE JERUSALM. So Paulo: Paulus, 2002.

STEINER, Rudolf. A Crnica do Akasha. A separao em sexos. So Paulo: Antroposfica, 2008.

STEINER, Rudolf. O Evangelho Segundo Marcos. Segunda Conferncia, pgina 33 e Terceira Conferncia, pgina 44. So Paulo: Antroposfica, 1996.


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